Ele sim. Mas por quê?

O cidadão perguntava-se, no tom de falsa maturidade: “o que diremos às nossas crianças quando, anos mais tarde, nos perguntarem por que nossa geração elegeu um fascista como Bolsonaro?” Leia mais...

Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão

Comumente vemos pessoas que “embarcam” nos conceitos do “Estado laico”, ou até mesmo nos avanços tecnológicos (normalmente essenciais e admiráveis), crentes de que eles terão como destino uma maior liberdade - nada mais absurdo! Leia mais...

Sub Specie Aeternitatis

A atitude revolucionária em relação à História é sempre de ruptura – nada deu certo até então, “o passado é uma roupa que não nos serve mais”, e não há nada que conservar. Dirigir a humanidade ao presente é o único valor dado ao passado. Leia mais...

O que é cultura?

O conceito de cultura é tão amplo que, ao analisá-lo, é comum substituir o real objeto da análise (cultura) por um fragmento dela (exemplo: espetáculos artísticos), ou examinar um elemento (como a economia) ignorando que o alicerce esteja na cultura. Leia mais...

A Consciência Individual e o Mito do Cristo Revolucionário

O cristianismo refere-se a uma pessoa. Esta pessoa, em absolutamente tudo o que viveu e ensinou enquanto andou sobre esta terra, fez um apelo direto à consciência individual de cada ser humano enquanto tal, em sua mais íntima singularidade. Leia mais...

Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!

Para evidenciar a existência de Deus, este artigo faz um amálgama entre o infinito, o “nada absoluto”, o Big Bang e a primeira das cinco vias de São Tómas de Aquino. Tudo sempre alicerçado em obras consagradas, incluindo a Bíblia. Leia mais...

 

Ele sim. Mas por quê?

Por

O cidadão perguntava-se, no tom de falsa maturidade: “o que diremos às nossas crianças quando, anos mais tarde, nos perguntarem por que nossa geração elegeu um fascista como Bolsonaro?”

Conceito de verdadeira arte

Por Revista Catolicismo

Platão definiu o belo na acepção objetiva como “o esplendor da verdade”. Santo Agostinho o conceituou como “o esplendor da ordem”. E na filosofia escolástica encontra-se um conceito de belo que visa abarcar todos os aspectos da temática.

O mal na política

Por

O mal em Hitler não foi reconhecido imediatamente. Levou tempo para as pessoas verem o que ele era. Quando Hitler estava em ascensão, somente uma minoria atenta conseguiu enxergar com antecedência o que ele representava e no que daria.

Sub Specie Aeternitatis

Por

A atitude revolucionária é sempre de ruptura – nada deu certo até então, “o passado é uma roupa que não nos serve mais”, e não há nada que conservar. Todo ponto de vista contrário é tratado como retrógrado.

A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência

Por

A “responsabilidade moral” reside na experiência subjetiva, enquanto a ciência só concebe ações determinadas por leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade.

Loucos (ou desequilibrados) pela razão

Por

Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: "a mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade".

A infinitude

Por Mortimer J. Adler

Segundo Aristóteles, pode haver unidades de matérias muito pequenas, mas, por menores que sejam, podem ser divididas em partículas ainda menores, desde que cada uma seja uma unidade de matéria – uma e continua.

A negação do ser: ideologia como falsa metafísica

Por

Uma das maneiras pelas quais a ideologia se insere na vida das pessoas é disfarçando-se como um sistema, fundamentalmente metafísico. Em outras palavras, ela finge ser filosofia quando na verdade é tudo menos isso.

O colecionador de minutos

Por Paulo Bomfim

Em 2006, o âncora do Diário da Manhã, Salomão Schvartzman, desistiu de entrevistar seu amigo Paulo Bomfim; anunciou a nova edição do livro "O colecionador de Minutos”, recitando com o autor alguns dos pensamentos da obra.

A revolução dos espertos

Por

Nelson Rodrigues estava certo: num determinado dia um idiota subiu num caixote de cebolas e começou a fazer um discurso. De repente, os imbecis descobriram que estavam em maioria, e o desastre começou, durando até hoje.

A consciência individual e o mito do Cristo revolucionário

Por

O cristianismo refere-se a uma pessoa. Esta pessoa, em absolutamente tudo o que viveu e ensinou enquanto andou sobre esta terra, fez um apelo direto à consciência individual de cada ser humano.

Um aviso de C. S. Lewis

Por

Existe uma percepção do que é certo e do que é errado na consciência humana. É um dado universal, confirmado na história dos povos e de suas respectivas culturas. Clive Staples Lewis chamou essa lei natural de ‘Tao’.

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