Postagens da categoria: Apologética

As biografias de Jesus foram preservadas?

Por Lee Strobel

Quando soube que não havia nenhum exemplar original do Novo Testamento, fiquei muito cético. Se tudo que temos são cópias, pensei, como ter certeza de que o Novo Testamento que temos hoje é, no mínimo, semelhante aos originais?

A onipotência divina

Por C. S. Lewis

Onipotência significa poder para fazer tudo que é intrinsecamente possível, e não para fazer o que é intrinsecamente impossível. É possível atribuir-lhe milagres, mas não tolices. Isto não é um limite ao seu poder.

Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!

Por

Para evidenciar a existência de Deus, este artigo faz um amálgama entre o infinito, o "nada absoluto", o Big Bang e a primeira das cinco vias de São Tómas de Aquino. Tudo sempre alicerçado em obras consagradas, incluindo a Bíblia.

Quem ou o que causou Deus?

Por Millard Erickson

Há algo de errado com a pergunta “Quem ou o que deu causa a Deus?”.

É um erro de categoria perguntar o que deu causa à Causa Primeira, pois, neste caso, ela não seria a primeira.

True Outspeak: Logos Divino

True Outspeak

Por Olavo de Carvalho

Se ocorreu um fenômeno denominado “Big Bang”, forças se uniram em uma proporção matemática capaz de gerá-lo, então, tal proporção era válida desde antes da produção do Cosmo. O Logos Divino existe antes do Universo.

O maravilhoso plano de construção do Universo

Por Walter Thirring

A fascinação que a ordem do Universo exerce sobre cientistas, muitas vezes não está ao alcance dos não cientistas. No livro Impressões Cósmicas, Walter Thirring tem o objetivo de proporcioná-la ao grande público.

Não tenho fé suficiente para ser ateu

Por

Afirmar que o cristianismo persiste por dois mil anos, alicerçado exclusivamente na coluna da fé, é na melhor das hipóteses ignorância; na pior, desonestidade intelectual. E, infelizmente desconhecimento e improbidade estão em voga na desconstrução do cristianismo.

A fé inabalável que só um ateu é capaz de ter

Macaco Datilógrafo

Por

O ateu é capaz de acreditar em tudo, do surgimento espontâneo de eventos dos mais bizarros e incoerentes aos mais pueris e desprovidos de lógica, mas desde que, obviamente, em tais eventos não exista a figura de um ser criador-intervencionista-divino.