Postagens da categoria: Filosofia e História

O verdadeiro, o bom e o belo

Por Roger Scruton

Aquele que pergunta “por que acreditar no que é verdadeiro” ou “por que desejar o que é bom”, foi incapaz de compreender a natureza do raciocínio. Justificamos crenças e desejos ancorando nossa razão no verdadeiro e no bom.

Por que a beleza importa?

Por Roger Scruton

Em qualquer época entre 1750 e 1930, se você pedisse às pessoas cultas para descrever o objetivo da poesia, da arte ou da música, elas responderiam: a Beleza. Depois, a arte concentrou-se em perturbar e quebrar tabus morais.

Tremendas trivialidades

Por G. K. Chesterton

Assim é a história de Pedro e Paulo, que contém todas as qualidades de um conto de fadas moderno, inclusive a de ser totalmente imprópria para crianças. É propositalmente cheia de sutileza e segundas intenções.

Da borboleta a lagarta

Por

A transformação da lagarta em borboleta é de exemplar riqueza poética e estética. A lagarta é feia, a borboleta bonita; a lagarta se arrasta sobre o próprio ventre, a borboleta adeja livre; a lagarta se esconde, a borboleta marca presença.

Tempo longo, tempo breve

Por Santo Agostinho

Não digamos: “O tempo passado foi longo” – pois não encontraremos nada que pudesse ter sido longo; uma vez passado não existe mais. Mas digamos: “O tempo presente foi longo” – porque só era longo enquanto presente.

Que é o tempo?

Por Santo Agostinho

Que é o tempo? Se ninguém me pergunta, eu sei; mas, se quiser explicar a quem indaga, já não sei.

Como pode existir passado e futuro? O passado já não existe mais; e, o futuro ainda não chegou.

Problemas metaclínicos

Por Viktor Emil Frankl

Pessoas que hoje buscam um psiquiatra teriam procurado um pastor ou sacerdote em épocas anteriores. Frequentemente recusam encaminhamento para clérigos e, confrontam o médico com questões como: "Qual é o sentido da minha vida?"

A consciência é nosso próprio ser

Por Louis Lavelle

A consciência é uma chama invisível que tremeluz. Pensamos com frequência que seu papel é iluminar-nos, mas que nosso ser está em outro lugar. No entanto, é essa claridade o que somos. Quando ela decresce, nossa existência cede.

Bode expiatório

Por René Girard

Os homens imitam os desejos uns dos outros, por isso, estão destinados ao que chamo de rivalidade mimética. Quanto mais desejo um objeto que você já deseja, mais ele lhe parecerá desejável. As rivalidades tendem a se exasperar.

Se a verdade não existe…

Por

Se a verdade é inalcançável e, talvez, nem mesmo exista, o que fazem os físicos, astrofísicos, químicos, biólogos, matemáticos, filósofos, médicos e afins, se não perder tempo e dinheiro em busca de algo que eles mesmos juram não existir?

A abolição do homem

Por C. S. Lewis

Sentimentos que fazem alguém chamar um objeto de sublime não são sentimentos sublimes, mas sentimentos de veneração. Se sublime tiver de ser reduzido a uma afirmação sobre sentimentos de quem fala, seria apropriado dizer: "tenho sentimentos humildes".

A tática do Papa-léguas

Por Geisler & Turek

“Toda verdade é relativa", (essa verdade é relativa?); “Não existem absolutos”, (você está absolutamente certo disso?); “É verdade para você, mas não para mim!”, (essa afirmação é verdadeira apenas para você ou para todo o mundo?).

Certamente você sabe que estamos no período quaresmal, mas você é capaz de responder aos questionamentos:


Atente aos links acima.