Contra a idolatria do Estado


Pequeno excerto do livro: Contra a Idolatria do Estado. O Papel do Cristão na Política, publicado pela Editora Vida Nova, sob ISBN: 978-85-275-0644-1.

É possível asseverar que o totalitarismo é uma versão extremada do autoritarismo. As diferenças entre ambas as posições podem ser estabelecidas pela comparação das características de ditadores totalitários e autoritários [Nota 01]:

Em linhas gerais, no autoritarismo, que não é guiado por ideais utópicos, há certa distinção entre Estado e sociedade, com tolerância e alguma pluralidade na organização social [Nota 02]; o totalitarismo, por sua vez, invade a vida privada e a asfixia, na tentativa ideologicamente orientada de mudar o mundo e a natureza humana.

Extraído do livro: Contra a Idolatria do Estado. O Papel do Cristão na Política.
Autor: Franklin Ferreira (bacharel em Teologia).
Publicado pela Editora Vida Nova, sob ISBN: 978-85-275-0644-1.

Assista ao trailer do livro que originou esta postagem:

Composição da obra de Franklin Ferreira

Primeira Parte: Fundamentos bíblicos

1. O livro de Ester: o povo de Deus sob o riso de extermínio.
2. A carta de Paulo aos Romanos: o poder do evangelho e os limites das autoridades estabelecidas.

Segunda Parte: Questões conceituais

3. Totalitarismo, o culto do Estado e a liberdade do evangelho.
4. Espectro político, mentes cativas e idolatria.

Terceira Parte: Direções teológicas

5. A Igreja Confessante e a “disputa pela igreja” na Alemanha (1933 – 1937).
6. A Relação entre a igreja e o Estado na perspectiva reformada.

Quarta Parte: Aplicações práticas

7. “Erga a voz”: a violência, a ideologização do debate e uma oportunidade para a igreja.
8. Uma Agenda para o voto consciente.

Esta obra está disponível no Google Books, para acessá-la clique aqui.

Leia também os artigos:

Leia e ouça as transcrições:

avatar
640

Recentemente (20 de junho de 2019) a Igreja Católica comemorou a festa litúrgica de Corpus Christi (expressão latina que significa Corpo de Cristo). Além da fé, há provas (inclusive cientificas) que sustentam tais adorações? Para responder precisamente, leia os artigos: