Bode expiatório

Os homens imitam os desejos uns dos outros, por isso, estão destinados ao que chamo de rivalidade mimética. Quanto mais desejo um objeto que você já deseja, mais ele lhe parecerá desejável. As rivalidades tendem a se exasperar. Leia mais...

Loucos (ou desequilibrados) pela razão

Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: “a mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade”. Leia mais...

A Consciência Individual e o Mito do Cristo Revolucionário

O cristianismo refere-se a uma pessoa. Esta pessoa, em absolutamente tudo o que viveu e ensinou enquanto andou sobre esta terra, fez um apelo direto à consciência individual de cada ser humano enquanto tal, em sua mais íntima singularidade. Leia mais...

O verdadeiro, o bom e o belo

Aquele que pergunta “por que acreditar no que é verdadeiro” ou “por que desejar o que é bom”, foi incapaz de compreender a natureza do raciocínio. Justificamos crenças e desejos ancorando nossa razão no verdadeiro e no bom. Leia mais...

Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!

Para evidenciar a existência de Deus, este artigo faz um amálgama entre o infinito, o “nada absoluto”, o Big Bang e a primeira das cinco vias de São Tómas de Aquino. Tudo sempre alicerçado em obras consagradas, incluindo a Bíblia. Leia mais...

Não tenho fé suficiente para ser ateu

Afirmar que o cristianismo persiste por dois mil anos, alicerçado exclusivamente na coluna da fé, é na melhor das hipóteses ignorância; na pior, desonestidade intelectual. E, infelizmente desconhecimento e improbidade estão em voga na desconstrução do cristianismo. Leia mais...

 

Tempo que foge!

Tempo Que Foge!

Por Ricardo Gondim

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho mais passado do que futuro. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero e basta a essência.

A bússola e a biruta

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A Igreja não comete a insensatez de confundir a “biruta” com a bússola, se assim procedesse acabaria extraviada como o piloto que olhando para o tubo de pano, confundisse aquilo com uma bússola e seguisse o vento.

Há uma epidemia pior que a de dengue no Brasil: a epidemia do “por conta”

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Não é difícil perceber que uma viagem feita “por conta” do Cristo Redentor é aquela que é custeada pelo Todo-Poderoso. Feito surto, o uso da expressão “por conta de” tomou proporções inimagináveis.