O darwinismo é a raiz da cultura da morte

Margaret Sanger, Alfred Kinsey, Lenin e Hitler tinham o darwinismo como a raiz de suas convicções, viam o extermínio de povos como um jeito de “avançar a evolução”. O darwinismo era também o “alicerce” da ideologia comunista. Leia mais...

Nazismo e comunismo, irmãos gêmeos

Ambos são totalitários, ambos afirmam a prevalência do Estado sobre a sociedade, ambos são anticapitalistas e contra o livre mercado, ambos se opõem ao conservadorismo e ao liberalismo. Firmaram acordos, até que, ocorreram conflitos geopolíticos. Leia mais...

Catedráticos e homens pré-históricos

Um inventor pode avançar passo a passo na construção de um aeroplano, mesmo que esteja fazendo experiências com paus e peças metálicas no fundo do quintal. Mas, ele não consegue observar a evolução das espécies. Leia mais...

Não tenho fé suficiente para ser ateu

Afirmar que o cristianismo persiste por dois mil anos, alicerçado exclusivamente na coluna da fé, é na melhor das hipóteses ignorância; na pior, desonestidade intelectual. E, infelizmente desconhecimento e improbidade estão em voga na desconstrução do cristianismo. Leia mais...

Deus existe? Nada prova; tudo evidencia!

Para evidenciar a existência de Deus, este artigo faz um amálgama entre o infinito, o “nada absoluto”, o Big Bang e a primeira das cinco vias de São Tómas de Aquino. Tudo sempre alicerçado em obras consagradas, incluindo a Bíblia. Leia mais...

A história como espetáculo

Os mortos estão para sempre excluídos do diálogo, são os excluídos por excelência. Eles têm olhos mas não veem, têm ouvidos mas não ouvem. Nós os espiamos pelo buraco da fechadura que denominamos por “História”. Leia mais...

 

Ele sim. Mas por quê?

Por

O cidadão perguntava-se, no tom de falsa maturidade: “o que diremos às nossas crianças quando, anos mais tarde, nos perguntarem por que nossa geração elegeu um fascista como Bolsonaro?”

Conceito de verdadeira arte

Por Revista Catolicismo

Platão definiu o belo na acepção objetiva como “o esplendor da verdade”. Santo Agostinho o conceituou como “o esplendor da ordem”. E na filosofia escolástica encontra-se um conceito de belo que visa abarcar todos os aspectos da temática.

O mal na política

Por

O mal em Hitler não foi reconhecido imediatamente. Levou tempo para as pessoas verem o que ele era. Quando Hitler estava em ascensão, somente uma minoria atenta conseguiu enxergar com antecedência o que ele representava e no que daria.

Sub Specie Aeternitatis

Por

A atitude revolucionária é sempre de ruptura – nada deu certo até então, “o passado é uma roupa que não nos serve mais”, e não há nada que conservar. Todo ponto de vista contrário é tratado como retrógrado.

A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência

Por

A “responsabilidade moral” reside na experiência subjetiva, enquanto a ciência só concebe ações determinadas por leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade.

Loucos (ou desequilibrados) pela razão

Por

Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: "a mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade".

A infinitude

Por Mortimer J. Adler

Segundo Aristóteles, pode haver unidades de matérias muito pequenas, mas, por menores que sejam, podem ser divididas em partículas ainda menores, desde que cada uma seja uma unidade de matéria – uma e continua.

A negação do ser: ideologia como falsa metafísica

Por

Uma das maneiras pelas quais a ideologia se insere na vida das pessoas é disfarçando-se como um sistema, fundamentalmente metafísico. Em outras palavras, ela finge ser filosofia quando na verdade é tudo menos isso.

O colecionador de minutos

Por Paulo Bomfim

Em 2006, o âncora do Diário da Manhã, Salomão Schvartzman, desistiu de entrevistar seu amigo Paulo Bomfim; anunciou a nova edição do livro "O colecionador de Minutos”, recitando com o autor alguns dos pensamentos da obra.

A revolução dos espertos

Por

Nelson Rodrigues estava certo: num determinado dia um idiota subiu num caixote de cebolas e começou a fazer um discurso. De repente, os imbecis descobriram que estavam em maioria, e o desastre começou, durando até hoje.

A consciência individual e o mito do Cristo revolucionário

Por

O cristianismo refere-se a uma pessoa. Esta pessoa, em absolutamente tudo o que viveu e ensinou enquanto andou sobre esta terra, fez um apelo direto à consciência individual de cada ser humano.

Um aviso de C. S. Lewis

Por

Existe uma percepção do que é certo e do que é errado na consciência humana. É um dado universal, confirmado na história dos povos e de suas respectivas culturas. Clive Staples Lewis chamou essa lei natural de ‘Tao’.

Ao acessar a Culturateca, atente a seção “Entre aspas”. A cada 60 segundos será exposto um pensamento de uma renomada personalidade.