Ciência e Fé: aliados amigáveis, não inimigos hostis

Os homens tornaram-se científicos porque eles presumiam a Lei na Natureza, e presumiam a Lei na Natureza porque acreditavam em um Legislador”. Não é por acaso que Galileu, Kepler, Newton e Clerk-Maxwell eram crentes em Deus. Leia mais...

O verdadeiro, o bom e o belo

Aquele que pergunta “por que acreditar no que é verdadeiro” ou “por que desejar o que é bom”, foi incapaz de compreender a natureza do raciocínio. Justificamos crenças e desejos ancorando nossa razão no verdadeiro e no bom. Leia mais...

Nada além de sangue e ossos?

Se o robô Robbie se comporta exatamente como uma consciência inteligente, quem poderá dizer que ele não é uma consciência inteligente? Eu e você apreciamos algo além de algum análogo à programação e aos processadores de Robbie? Leia mais...

Que surgiu primeiro, a mente ou a matéria?

O motor de um foguete não vem de um motor mais primitivo, mas de algo muito mais perfeito que ele próprio e muito mais complexo: a mente de um homem. Leia mais...

Bode expiatório

Os homens imitam os desejos uns dos outros, por isso, estão destinados ao que chamo de rivalidade mimética. Quanto mais desejo um objeto que você já deseja, mais ele lhe parecerá desejável. As rivalidades tendem a se exasperar. Leia mais...

Decolando na liberdade; aterrissando na escravidão

Comumente vemos pessoas que “embarcam” nos conceitos do “Estado laico”, ou até mesmo nos avanços tecnológicos (normalmente essenciais e admiráveis), crentes de que eles terão como destino uma maior liberdade - nada mais absurdo! Leia mais...

A Internacional Incendiária e a Amazônia

Pasme: o bioma seco, de árvores retorcidas, com cascas grossas, bagos duros e ríspidos faz do fogo um dos elementos cíclicos essenciais! Leia mais...

A Arquitetura e as Artes Mecânicas

A primeira característica a salientar na Arquitetura talvez seja a de que, de todas Belas Artes, ela é a mais aproximada das Artes úteis. Busca, como outras Artes, a criação da Beleza, mas gera condições alheias à vontade do artista. Leia mais...

O colecionador de minutos

Em 2006, o âncora do Diário da Manhã, Salomão Schvartzman, desistiu de entrevistar seu amigo Paulo Bomfim; anunciou a nova edição do livro “O colecionador de Minutos”, recitando com o autor alguns dos pensamentos da obra. Leia mais...

Inquisição: Mito e realidade histórica

Lendo os autos dos processos inquisitoriais, encontramos bandidos que, surpreendidos pela polícia, inventavam uma motivação religiosa. Por quê? Simplesmente para cair na esfera da justiça da Inquisição e não da justiça civil ou temporal. Leia mais...

Não tenho fé suficiente para ser ateu

Afirmar que o cristianismo persiste por dois mil anos, alicerçado exclusivamente na coluna da fé, é na melhor das hipóteses ignorância; na pior, desonestidade intelectual. E, infelizmente desconhecimento e improbidade estão em voga na desconstrução do cristianismo. Leia mais...

 

Ele sim. Mas por quê?

Por

O cidadão perguntava-se, no tom de falsa maturidade: “o que diremos às nossas crianças quando, anos mais tarde, nos perguntarem por que nossa geração elegeu um fascista?”. É uma excelente oportunidade para, responder às “nossas crianças”.

Conceito de verdadeira arte

Por Revista Catolicismo

Platão definiu o belo na acepção objetiva como “o esplendor da verdade”. Santo Agostinho o conceituou como “o esplendor da ordem”. E na filosofia escolástica encontra-se um conceito de belo que visa abarcar todos os aspectos da temática.

O mal na política

Por

O mal em Hitler não foi reconhecido imediatamente. Levou tempo para as pessoas verem o que ele era. Quando Hitler estava em ascensão, somente uma minoria atenta conseguiu enxergar com antecedência o que ele representava e no que daria.

Sub Specie Aeternitatis

Por

A atitude revolucionária é sempre de ruptura – nada deu certo até então, “o passado é uma roupa que não nos serve mais”, e não há nada para conservar. Todo ponto de vista contrário é tratado como retrógrado e lunático.

A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência

Por

A “responsabilidade moral” reside na experiência subjetiva, enquanto a ciência só concebe ações determinadas por leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade.

Loucos (ou desequilibrados) pela razão

Por

Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: "a mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade".

A infinitude

Por Mortimer J. Adler

Segundo Aristóteles, pode haver unidades de matérias muito pequenas, mas, por menores que sejam, podem ser divididas em partículas ainda menores, desde que cada uma seja uma unidade de matéria – uma e continua.

A negação do ser: ideologia como falsa metafísica

Por

Uma das maneiras pelas quais a ideologia se insere na vida das pessoas é disfarçando-se como um sistema, fundamentalmente metafísico. Em outras palavras, ela finge ser filosofia quando na verdade é tudo menos isso.

O colecionador de minutos

Por Paulo Bomfim

Em 2006, o âncora do Diário da Manhã, Salomão Schvartzman, desistiu de entrevistar seu amigo Paulo Bomfim; anunciou a nova edição do livro "O colecionador de Minutos”, recitando com o autor alguns dos pensamentos da obra.

A revolução dos espertos

Por

Nelson Rodrigues estava certo: num determinado dia um idiota subiu num caixote de cebolas e começou a fazer um discurso. De repente, os imbecis descobriram que estavam em maioria, e o desastre começou, durando até hoje.

A consciência individual e o mito do Cristo revolucionário

Por

O cristianismo refere-se a uma pessoa. Esta pessoa, em absolutamente tudo o que viveu e ensinou enquanto andou sobre esta terra, fez um apelo direto à consciência individual de cada ser humano.

Um aviso de C. S. Lewis

Por

Existe uma percepção do que é certo e do que é errado na consciência humana. É um dado universal, confirmado na história dos povos e de suas respectivas culturas. Clive Staples Lewis chamou essa lei natural de ‘Tao’.

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