Artigos relacionados ao marcador: Moralidade

Você mataria Beethoven!

Por Revista Catolicismo

Você é o médico de uma família em que o pai é sifilítico, o primeiro filho é cego, o segundo nasceu aleijado, o terceiro tuberculoso, o quarto oligofrênico. A mãe, novamente grávida, lhe clama pela realização do aborto.

Acenando, não se afogando!

Por Roger Scruton

Nossa tarefa agora é menos política que cultural. Para os jovens, a armadilha já foi preparada e, não há nenhuma maneira, temo eu, de destruí-la completamente. Ela é feita pela engenhosidade humana e fisgada com nossos próprios desejos.

O darwinismo é a raiz da cultura da morte

Por

Margaret Sanger, Alfred Kinsey, Lenin e Hitler tinham o darwinismo como a raiz de suas convicções, viam o extermínio de povos como um jeito de “avançar a evolução”. O darwinismo era também o “alicerce” da ideologia comunista.

Por que você deveria ser um conservador

Por

Essa nossa obrigação de aumentar a felicidade humana é uma ideia de dez minutos atrás, historicamente falando. A raça humana em geral, sempre supôs que sua obrigação moral primária residia em coisas como: ser santa, virtuosa, corajosa e leal.

Quando a opinião faz mal à inteligência

Por

Não há melhor controle do que aquele por meio dos desejos que se apartaram voluntariamente da verdade, cujo objeto é constantemente prometido por meio de mecanismos sociais e simbólicos de compensação.

Filosofia da ciência faz falta

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O que são o marxismo e o liberalismo senão economia sem filosofia? O que é a eutanásia e o aborto senão medicina sem filosofia? O que são o Carandiru e a Febem senão direito sem filosofia? Que é filosofia moderna?

A glória de um covarde

Por

Henry se esconde atrás de  uma árvore e continua atirando cegamente para a frente. Quando a poeira baixa, ele descobre (para sua surpresa) que esteve na linha de frente da batalha: é um  herói, não mais um covarde.

A ética e a moral não podem ser definidas ou determinadas pela ciência

Por

A “responsabilidade moral” reside na experiência subjetiva, enquanto a ciência só concebe ações determinadas por leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade.

Loucos (ou desequilibrados) pela razão

Por

Na obra Ortodoxia, o autor, G. K. Chesterton, explica: "a mente de um louco é rápida, pois não é embaraçada pelo senso de humor, pela caridade ou pelas certezas das experiências. É mais lógica por perder certos afetos da sanidade".

A revolução dos espertos

Por

Nelson Rodrigues estava certo: num determinado dia um idiota subiu num caixote de cebolas e começou a fazer um discurso. De repente, os imbecis descobriram que estavam em maioria, e o desastre começou, durando até hoje.

A definição do mal

Por Louis Lavelle

Notavelmente jamais podemos definir o mal de maneira positiva. Ele não apenas ingressa num par de que o bem é o outro termo, como é impossível classificá-lo sem evocar o bem de que ele é, precisamente, sua privação.

Sobre o perdão

Por Olavo de Carvalho

Quando alguém lhe pede perdão — supondo-se que o faça com sinceridade –, eleva você à posição de um governante ou sacerdote. Portanto, lhe confere uma honra, que dar-lhe o perdão se torna um ato de gratidão.

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